quinta-feira, 5 de março de 2009

Eça de Queirós


Biografia

José Maria de Eça de Queirós nasceu numa casa da praça do Almada na Póvoa de Varzim, no centro da cidade; foi baptizado na Igreja Matriz de Vila do Conde. Filho de José Maria Teixeira de Queiroz e de Carolina Augusta Pereira d'Eça.
Eça de Queirós foi batizado como "filho natural de José Maria d'Almeida de Teixeira de Queiroz e de Mãe incógnita".


Este misterioso assento dever-se-á ao facto de a mãe do escritor, Carolina Augusta Pereira de Eça, não ter obtido consentimento da parte de sua mãe, já viúva do coronel José Pereira de Eça, para poder casar. De facto, seis dias após a morte da avó que a isso se opunha, casaram os pais de Eça de Queirós, já o menino tinha quase quatro anos. Por via destas contingências foi entregue a uma ama, aos cuidados de quem ficou até passar para a casa de Verdemilho em

Aradas, Aveiro, a casa da sua avó paterna que em 1855 morreu. Nesta altura foi internado no Colégio da Lapa, no Porto, de onde saiu em 1861, com dezasseis anos, para a Universidade de Coimbra onde estudou direito. Além do escritor, o casal teria mais seis filhos. Em Coimbra, Eça foi amigo de Antero de Quental. Os seus primeiros trabalhos, publicados foram um artigo na revista "Gazeta de Portugal", apareceram como colecção, publicada depois da sua morte sob o título Prosas Bárbaras.


Em 1869 e 1870, Eça de Queirós viajou para o Egipto e visitou o canal do Suez que estava a ser construído, que o inspirou em diversos dos seus trabalhos, o mais notável dos quais o O mistério da estrada de Sintra, em 1870, e A Relíquia, publicado em 1887. Em 1871 foi um dos participantes das chamadas Conferências do Casino. Quando foi despachado mais tarde para Leiria para trabalhar como um administrador municipal, escreveu sua primeira novela realista da vida portuguesa, O Crime do Padre Amaro, que apareceu em 1875. Aparentemente, Eça de Queirós passou os anos mais produtivos de sua vida em Inglaterra, como cônsul de Portugal em Newcastle e em Bristol.

Escreveu então alguns dos seus trabalhos mais importantes, A Capital, escrito numa prosa hábil.

As suas obras mais conhecidas, Os Maias e O Mandarim, foram escritas em Bristol e Paris respectivamente. O seu último livro foi A Ilustre Casa de Ramires, sobre um fidalgo do séc XIX com problemas para se reconciliar com a grandeza de sua linhagem. É um romance imaginativo, entremeado com capítulos de uma aventura de vingança bárbara ambientada no século XII, escrita por Gonçalo Mendes Ramires, o protagonista. Trata-se de uma novela chamada A Torre de D. Ramires, em que antepassados de Gonçalo são retratados como torres de honra sanguínea, que contrastam com a lassidão moral e intelectual do rapaz.


Morreu em
1900 em Paris. Está sepultado em Santa Cruz do Douro.
Seus trabalhos foram traduzidos em aproximadamente 20 línguas. Foi também o autor da
Correspondência de Fradique Mendes e A Capital, obra cuja elaboração foi concluída pelo filho e publicada, postumamente, em 1925. Fradique Mendes, aventureiro fictício imaginado por Eça e Ramalho Ortigão,
aparece também no Mistério da Estrada de Sintra.

Queirós á a grafia na época em que viveu o escritor. A vigente ortografia da língua portuguesa determina que a forma correcta é Queirós.

Paula Rodrigues

nº19 9ºD

terça-feira, 3 de março de 2009

Sophia de Mello Breyner Anderson



Biografia

Sophia de Mello Breyner, foi uma grande poetisa e escritora...sendo ainda agora uma marca para a literatura portuguesa.
Nasceu a 6 de Novembro no Porto, (cidade onde o avô embarcara e de onde nunca mais partira), de origem dinamarquesa pelo lado paterno, foi criada sob uma doutrina tradicional portuguesa; já com três anos, sem saber ler nem escrever, ensinada pelo avô já citava Camões e Antero e aprendera a "Nau Catrineta" de cor.
Frequentou o Colégio do Sagrado Coração de Maria, no Porto, até aos 17 anos.
Primeiro como aluna semi-interna, depois externa. Durante esse período teve professores marcantes, como a D.Carolina (de Português) e, apesar da pouca estima por disciplinas como Matemática e Química, nunca chumbou.
Aos 12 anos escreveu os primeiros poemas tendo entre os 16 e os 23, uma fase excepcionalmente fértil na sua produção poética.
Em 1936, inscreveu-se em Filosofia Clássica, na Faculdade de Letras de Lisboa, porém nunca chegou a acabar a licenciatura. Sendo sempre uma jovem irreverente que luta a favor dos seus ideais, veio a tornar-se uma das figuras mais representativas da atitude política liberal que apoiava o movimento monárquico, denunciando o regime salazarista e os seus seguidores. Ficou célebre a sua Cantata da Paz "Vemos, Ouvimos e Lemos. Não podemos ignorar!"
Em 1944, oficializa a sua carreira publicando o seu primeiro livro: "Poesia", em Coimbra (publicação paga pelo pai), inicinado uma grande carreira de obras de grande valor literário, marca na literatura e poesia portuguesa, chegando a muitos outros países, continentes!
Três anos depois, regressa ao Porto e em 1946, casa-se com Francisco Sousa Tavares e foi mãe de cinco filhos: uma professora universitária de Letras, um advogado e jornalista de renome (Miguel Sousa Tavares), um pintor e ceramisa e amis uma filha que é terapeuta ocupacional e herdou o nome da mãe. Foram os filhos que a motivaram a escrever contos infantis e dos quais também obteve grande sucesso....
Foi vencedora de vários prémios, sendo memso a primeira mulher a ganhar o "Prémio de Camões", em 1999, entre muitos outros.
Faleceu a 2 de Julho de 2004, em Lisboa; foi um assunto marcante para muitos para além dos familiares, mas nunca foi esquecida e o seu estilo próprio e profunda de escrita ficará para sempre na história da literatura.
Sara Giesteira
Nº25 8ºG

domingo, 22 de fevereiro de 2009

O HOMEM DO LEME


Esta música dos Xutos e Pontapés – “O Homem do Leme” tem bastantes semelhanças com a história de Hans. Depois de o pai o ter proibido de navegar, como diz a música “tentaram prendê-lo”, este parte à aventura sem saber para onde ia, como diz a letra da música “Um barco que ruma, para onde vai?”. Quando chegaram à cidade, o capitão não gosta da atitude de Hans e decide chicoteá-lo e este foge do navio ficando “sozinho na noite” como diz a letra da música. Também teve imensas saudades dos que lá ficaram, ou seja, a família, mas como diz a música “vogando à vontade e rompendo a saudade” ele segue em frente. Hans estava perdido sem saber para onde ir, escreve cartas à família, dizendo que iria voltar, mas a resposta era sempre a mesma, ou seja “é tarde demais…”.
Devemos seguir os nossos sonhos mesmo que percamos o que mais gostamos, pois “a vida é sempre a perder”.


ANA SILVA Nº4 8ºG

Household Tasks

Hi, Ana! I’m Ana too! I will tell you about me. I live in Vila Verde. In my house I help my mother. I usually cook lunch and set the table but I don’t wash the dishes…I don’t like too! I also go shopping on Saturday or Sunday.
I cleen up the room.
I don’t help my father during the week, because he works out of Portugal.
Ana Amelia Fernandes da Silva
nº1 7ºA

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Mitologia Romana n´Os Lusíadas





Vénus

É a deusa do Amor e da Beleza (mãe de Eneias, que foi o pai do povo romano, e de Cupido).






Baco


É o deus do Vinho, das Paixões e dos Baixos Instintos (teve grande poder na Índia).




Mercúrio

É o deus da Eloquência, do Comércio e dos Ladrões (mensageiro dos deuses, tinha asas na cabeça e nos pés, para ser mais veloz).





Júpiter

É o Pai e o Rei dos Deuses.







terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

"SHOW US YOUR BEDROOM"



What's your Bedroom Like?
My bedroom is big. It has got white curtains and a white duvet. I have a small wardrobe and a big bed. My bed is in between two bedside tables. Above my bed I have pictures on the wall. I also have a chest of drawers and a collection of cars on the opposite side of the bed.


BY: Duarte Teixeira 7ºA number 11

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

TEATRO - 30 DE JANEIRO







Bom, como já sabem, esta é a semana das línguas e.....
Sexta-feira vamos finalmente ver o Teatro dos nosso amigos do Clube do Teatro!!
Eles têm trabalhado muito para fazer um bom desempenho, ANSIOSOS PARA O DIA DA ACTUAÇÃO
Por isso, não se esqueçam esta sexta-feira (dia 30) vamos todos ver TEATRO - O AUTO DA BARCA DO INFERNO
Vai ser de rir, não percam!